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“Eu sou a fôlha sêca que sem rumo

O vento leva pelo mundo fora...

Brasa que se apagou e tornou fumo,

Que sobe dos casais, à luz da aurora...

 

Eu sou a estrêla que brilhou outrora

E que do céu caiu um dia a prumo...

Eu sou a mágoa que nas coisas mora,

Da amargura das noites um resumo...

 

Mas sôbre fôlha sêca, abandonada,

Brasa desfeita em cinza, em fumo, em nada,

Estrêla que seu brilho já perdeu;

 

Sôbre a mágoa das coisas ansiosa,

Eu sou a dor sublime e angustiosa

De ser esta pergunta:* - Quem sou eu?”

 

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Última actualização: 09/07/05.